domingo, 24 de julho de 2011

It all ended



Chorei muito muito muito com esse filme.

Fui ao cinema hoje com meu sempre querido e adorável amigo Max e não posso esconder de ninguém que fiquei desnorteada com esse fim.

Acho que os pottermaníacos ficaram, de um modo geral...

Só sei que acabou. Acabou.

;_;

sábado, 23 de julho de 2011

Bye, Amy!



RIP Amy Winehouse


(E agora tbm acabou toda a graça da piada que a nossa peça do Rob tinha, né? U_U #beingevil )

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Mercy

You know, sometimes, you just have to beg for mercy...
And that's what I'm doing right now.




I love you
But i gotta stay true
My morals got me on my knees
I'm begging please,
Stop playing games

I don't know what this is
Cos you got me good
Just like you knew you would

I don't know what you do
But you do it well,
I'm under your spell

(Chorus)
You got me
Begging you for mercy
Why won't you release me
You got me
Begging you for mercy
Why won't you release me
I said release me

Now you think that i
Will be something on the side
But you got to understand that i need a man
Who can take my hand
Yes i do

I don't know what this is
But you got me good
Just like you knew you would

I don't know what you do
But you do it well,
I'm under your spell

You got me
Begging you for mercy
Why wont you release me
You got me
Begging you for mercy
Why wont you release me
I said you'd better
Release yeah, yeah, yeah

I'm begging you for mercy
Yes, why won't you release me
I'm begging you for mercy

domingo, 10 de julho de 2011

Conde Ory (ou a ópera do ménage à trois)



Agora quem tiver coragem de algum dia me dizer que ópera é algo pra gente quadrada, eu mostro esse vídeo.

Ou vai me dizer que gente quadrada fica vendo isso numa ópera e tuuudo bem?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

E daí?



Eu realmente não gosto de sertanejo, mas tenho que confessar que adoro essa música.
Um Paradoxo, realmente...



Que eu me lembre, eu não sou de ninguém...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A morte em contracapa

A morte em contracapa
Eduarda Freitas

16 de junho de 2011 às 14:51h

Eu estava a almoçar quando li na televisão que tinhas morrido. (Posso tratar-te por tu, não posso?). Dizia “notícia de última hora”. Eu já trabalhei na televisão. Sei que as notícias de última hora geralmente são da hora de trás. Que é a última. Ou de antes dessa hora. São da hora que der mais jeito para deixar o espectador chocado. (Hoje passou à minha frente um carro com uma frase escrita na mala: desliga a televisão, liga o cérebro).

Logo que soube da tua morte, percebi a eternidade. Lembrei-me de imediato do velho autocarro em Cuba com o calor a fazer derreter os assentos e o rapaz colombiano com o livro Ensaio sobre a Lucidez na mão. E do meu sorriso a querer chegar ao pé dele, ao pé de ti, e dizer-lhe: eu conheço-o! Eu conheço-te! De livros. De pátria. De ideias. De músicas. De letras.

No dia do teu funeral fiquei em casa.

Ouvi Bach para te homenagear. Limpei as memórias, rasguei o que estava a mais.

Nesse dia, a minha avó ainda estava viva.

(Ias gostar tanto de ter conhecido a minha avó).

Ela nunca te leu, porque eu acho que a minha avó nunca leu um livro.

Ela foi dois dias à escola e aprendeu a escrever sozinha. Escrevia “cenoiras”, exatamente como dizia.

A minha avó tinha os olhos azuis. E a tua?

Gosto sempre de ouvir, de ler, o discurso de quando ganhaste o prémio Nobel. Os teus avós estavam na primeira fila das tuas memórias e dos teus agradecimentos.

A minha avó está nos meus dedos.

Sabes, acho que os avós são eternos, como são eternos os livros, os poemas, as músicas e os sorrisos. E se são eternos, são divinos.

No dia do funeral da minha avó, uma amiga enviou-me a carta que tu escreveste à tua avó Josefa. (A minha avó é Maria).

Li-a como quem abraça.

Li-a à minha mãe, como quem partilha um segredo.

Foi de intimidade que se fez o momento.

Faz um ano que foste embora, seguiste viagem, mas eu vejo-te todos os dias nas letras que inventaste e que mais não são do que o espelho dos nossos dias. Os dias de um Portugal ( de um mundo…?) à deriva. De uma cegueira estonteante à procura não sabemos bem de quê. De uma perdição individual que se multiplica, que se cola aos ossos.

E o que queremos?

E o que quero?

Tenho tantas saudades da minha avó.

Li-te no Ano da Morte de Ricardo Reis em três dias de Páscoa.

Na Páscoa do ano passado a minha avó entrou em casa vinda do hospital, enquanto as bisnetas, as minhas primas pequeninas, lhe batiam palmas. E ela levantou ligeiramente a cabeça da maca, e agradeceu, como um artista em palco que engole as lágrimas.

Avó, tenho tantas saudades tuas.

Avó, ainda te lembras de mim?

Porque morrem os avós?

Porque morreste tu, que escrevias a verdade?

Queria mais livros teus. Preciso de mais palavras tuas.

Preciso das tuas dúvidas e das certezas da minha avó. Da certeza que as minhas mãos são iguais às dela. Que o desenho dos nossos dedos e das nossas unhas foi feito a lápis de cera.

Um ano. E escreveste que demoramos nove meses a morrer.

Não queria que tivesses morrido, avó. O teu jardim está tão bonito…

Uma vez perguntaste-me que se ainda estarias viva quando a nossa gata fosse velhinha. Eu disse-te que sim, claro, que sim. Tu disseste-me que não, claro que não, porque não se pode viver para sempre.

Mas pode, não pode?

Pode, não pode?

Queria tanto fundir a morte com a vida e sentir que as duas coisas são uma só, capa e contracapa.

Mas não consigo.



Ah pai, como eu sinto a tua falta também.
E avó, porque não tens mais as palavras que tinhas há tão pouco tempo atrás para nós? Também sinto a tua falta.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Coisas de Tumblr


"Everything, except boredom, bores me,
I'd like, without being calm, to calm down,
To take life everyday
Like a medicine -
One of those medicines everybody takes.

I aspired so much, dreamed so much,
That so much made me into nothing.
My hands grew cold
From just waiting for the enchantment
Of the love that would warm them up at last.

Cold, empty
Hands."


Source: http://pausol.tumblr.com

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Freddie Mercury?




Aí é isso, eu vou lá no google, digito Freddie Mercury e aparece essa imagem....

Interessante, não?

segunda-feira, 30 de maio de 2011

I hate myself for loving you



Why do I have to do this?

Everytime.

Even when I think I'm not in love... not anymore...

Even when I know I can't have a relationship. Mustn't, actually...

And why do I think about these things when I know I shouldn't?






AND WHY, WHY DO I KEEP ON FALLING IN LOVE WITH GAYS????????? >_<'

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Pra me animar um pouco




Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz,
Sentirá o ar sem se mexer,
Sem desejar como antes sempre quis,
Você vai rir... sem perceber,
Felicidade é só questão de ser,
Quando chover... deixar molhar,
Pra receber o sol quando voltar.

Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz,
Se chorar, chorar é vão,
Porque os dias vão pra nunca mais...

Melhor viver meu bem,
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você,
Chorar, sorrir também e depois dançar na chuva
Quando a chuva vem.

Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar,
Nessa hora fique firme pois tudo isso logo vai passar,
Você vai rir, sem perceber, Felicidade é só questão de ser,
Quando chover deixar molhar, pra receber o sol quando voltar.

sábado, 21 de maio de 2011

Fim do mundo?



Já que vi acabar o mundo né...

Só falta encontrar um samba pra poder ir comemorar o fim do mundo, beijar na boca de quem não devia e pegar na mão de quem não conhecia... xD

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Esqueça 2012. Estão dizendo que o mundo vai acabar amanhã – Superblog

Esqueça 2012. Estão dizendo que o mundo vai acabar amanhã – Superblog

Você está preparado para o fim do mundo? Pois ele vai acabar amanhã. É o que promete Harold Camping, um americano de 89 anos que preside a Family Stations, emissora que produz e transmite programas religiosos para dezenas de estações de rádio nos EUA e no mundo.

Segundo informações que Camping diz ter tirado de uma interpretação da Bíblia, neste sábado deve acontecer um terremoto que se espalhará pelo globo. Esse será o início da destruição da raça humana – que levará cinco meses para se completar e ainda contará com outras pragas. Em outubro, não só a Terra, mas todo o universo chegará ao seu fim.

Uma das explicações se relaciona ao Dilúvio. Em um trecho da Bíblia, Deus aparece dizendo a Noé que iria trazer o Dilúvio dentro de sete dias. Outro, no Novo Testamento, afirma que “um dia para Deus é como mil anos e mil anos como um dia”. Camping considerou que a destruição nos dias de Noé ocorreu 4990 anos antes de Cristo. Depois, somou sete mil anos a essa data e chegou ao ano de 2011.

Ele afirma que os escolhidos serão arrebatados e transportados para o paraíso. Quem não deu atenção ao aviso será deixado para sofrer na terra por cinco meses. “Finalmente, em 21 de outubro de 2011, o universo inteiro, incluindo a terra e todas as suas obras, serão queimadas, e eles nunca mais tornarão a existir”, diz o seu site (disponível em vários idiomas, inclusive português).

Harold Camping já havia predito o fim do mundo em setembro de 1994, mas não rolou. Será que desta vez vai?

Além do caô

É claro que a SUPER não leva a sério o boato espalhado por Camping. Caso contrário, terminaríamos o expediente mais cedo daríamos as melhores dicas de como sobreviver em caso de apocalipse. Mas, para todos os efeitos, a teoria do fim do mundo – mesmo que esse fim demore bastante para acontecer – parece incontestável.

Em 2010, desastres naturais mataram pelo menos 234 mil pessoas e afetaram quase outras 200 milhões no mundo. Nenhum especialista é capaz de dizer se esse número vai diminuir ou aumentar daqui para a frente, mas já se sabe que a intensidade das catástrofes vai crescer. O aquecimento global fará a temperatura subir – ela será até 3,5º C mais alta até 2035, segundo a Agência Internacional de Energia. Isso significa mais secas, enchentes, erupções, furacões destruidores e até terremotos.

Pensando por este lado, faz até sentido que o início do fim venha a partir de um grande terremoto, como reza a ladainha de Camping. Há possibilidades ainda piores: é impossível, por exemplo, escapar de tempestades solares e queda de asteroides. Se o apocalipse vier do espaço, não haverá mais muito o que se possa fazer. Talvez dê tempo de tuitar.

sábado, 14 de maio de 2011

Milagres

João 11.1-45

Lázaro caiu doente em Betânia, onde estavam Maria e sua irmã Marta.

Maria era quem ungira o Senhor com o óleo perfumado e lhe enxugara os pés com os seus cabelos. E Lázaro, que estava enfermo, era seu irmão.

Suas irmãs mandaram, pois, dizer a Jesus: Senhor, aquele que tu amas está enfermo.

A estas palavras, disse-lhes Jesus: Esta enfermidade não causará a morte, mas tem por finalidade a glória de Deus. Por ela será glorificado o Filho de Deus.

Ora, Jesus amava Marta, Maria, sua irmã, e Lázaro.

Mas, embora tivesse ouvido que ele estava enfermo, demorou-se ainda dois dias no mesmo lugar.

Depois, disse a seus discípulos: Voltemos para a Judéia.

Mestre, responderam eles, há pouco os judeus te queriam apedrejar, e voltas para lá?

Jesus respondeu: Não são doze as horas do dia? Quem caminha de dia não tropeça, porque vê a luz deste mundo.

Mas quem anda de noite tropeça, porque lhe falta a luz.

Depois destas palavras, ele acrescentou: Lázaro, nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo.

Disseram-lhe os seus discípulos: Senhor, se ele dorme, há de sarar.

Jesus, entretanto, falara da sua morte, mas eles pensavam que falasse do sono como tal.

Então Jesus lhes declarou abertamente: Lázaro morreu.

Alegro-me por vossa causa, por não ter estado lá, para que creiais. Mas vamos a ele.

A isso Tomé, chamado Dídimo, disse aos seus condiscípulos: Vamos também nós, para morrermos com ele.

À chegada de Jesus, já havia quatro dias que Lázaro estava no sepulcro.

Ora, Betânia distava de Jerusalém cerca de quinze estádios.

Muitos judeus tinham vindo a Marta e a Maria, para lhes apresentar condolências pela morte de seu irmão.

Mal soube Marta da vinda de Jesus, saiu-lhe ao encontro. Maria, porém, estava sentada em casa.

Marta disse a Jesus: Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido!

Mas sei também, agora, que tudo o que pedires a Deus, Deus to concederá.

Disse-lhe Jesus: Teu irmão ressurgirá.

Respondeu-lhe Marta: Sei que há de ressurgir na ressurreição no último dia.

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.

E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá. Crês nisto?

Respondeu ela: Sim, Senhor. Eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, aquele que devia vir ao mundo.

A essas palavras, ela foi chamar sua irmã Maria, dizendo-lhe baixinho: O Mestre está aí e te chama.

Apenas ela o ouviu, levantou-se imediatamente e foi ao encontro dele.

{Pois Jesus não tinha chegado à aldeia, mas estava ainda naquele lugar onde Marta o tinha encontrado.}

Os judeus que estavam com ela em casa, em visita de pêsames, ao verem Maria levantar-se depressa e sair, seguiram-na, crendo que ela ia ao sepulcro para ali chorar.

Quando, porém, Maria chegou onde Jesus estava e o viu, lançou-se aos seus pés e disse-lhe: Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido!

Ao vê-la chorar assim, como também todos os judeus que a acompanhavam, Jesus ficou intensamente comovido em espírito. E, sob o impulso de profunda emoção,

perguntou: Onde o pusestes? Responderam-lhe: Senhor, vinde ver.

Jesus pôs-se a chorar.

Observaram por isso os judeus: Vede como ele o amava!

Mas alguns deles disseram: Não podia ele, que abriu os olhos do cego de nascença, fazer com que este não morresse?

Tomado, novamente, de profunda emoção, Jesus foi ao sepulcro. Era uma gruta, coberta por uma pedra.

Jesus ordenou: Tirai a pedra. Disse-lhe Marta, irmã do morto: Senhor, já cheira mal, pois há quatro dias que ele está aí...

Respondeu-lhe Jesus: Não te disse eu: Se creres, verás a glória de Deus? Tiraram, pois, a pedra.

Levantando Jesus os olhos ao alto, disse: Pai, rendo-te graças, porque me ouviste.

Eu bem sei que sempre me ouves, mas falo assim por causa do povo que está em roda, para que creiam que tu me enviaste.

Depois destas palavras, exclamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!

E o morto saiu, tendo os pés e as mãos ligados com faixas, e o rosto coberto por um sudário. Ordenou então Jesus: Desligai-o e deixai-o ir.

Muitos dos judeus, que tinham vindo a Marta e Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele.

sábado, 7 de maio de 2011

Overdose de Bonnie Tyler

Pois é... só pra constar... Eu adoro, mesmo, Bonnie Tylor.

Mas estar nessa overdose de Bonnie Tyler não é nada legal né?

Anyways, aqui estão, mas não entrem nessa overdose... You'll feel like a clown.... Just like me... And we'll need a hero!







Forever is gonna start tonight...

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Da série: Musicais



Patti Lupone é uma diva da Broadway. Anything goes é um musical de Cole Porter. Sapateado é um mimo que muitos musicais nos dão de presente.

Deu pra perceber porque que é maravilhoso, não deu? =D