sexta-feira, 30 de setembro de 2011

That's it



She: You know I've been in love with you for a while...
He: Do I make you suffer? Like the people I fall with do to me?
She: Well... We are not a couple. We never were. And we probably never will. This perspective really made me suffer for a while.
He: I'm sorry.

It's never a good idea to piss off with your heart scars that are not bleeding anymore...

domingo, 25 de setembro de 2011

Pérolas

Lembrete pra mim: Ouvir sempre.
Se quiserem seguir, acho que não vão se arrepender...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Because I'm Big, brunette and beautiful...



I offer
Big love
With no apology.
How can I deny the world
The most of me?

I am not afraid to throw my weight around
Pound by pound by pound...

Slice me off a piece of that
hog head cheese!
Take a look inside
My book of recipes
Now don't you sniff around
For something fluffy and light.
We need a man who
Bring a man sized appetite!

=D #loveit

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Onde anda você?




Hoje pensei em você. Pensei em como poderíamos ter tido algo além daquela empatia instantânea, além daquelas risadas simultâneas e além daquele adeus silencioso que não feriu, mas que cicatrizes deixou e o pensamento, sem correias, vaga até essa lembrança que é doce embora não saiba o sabor.

Qual é o seu nome?

Em que outra rampa iremos nos encontrar novamente?

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Top of the tops



And I wonder
I wowowowowowondeeer
Why?
Whywhywhywhywhywhy
Why she ran away?

Tem como não amar?
=D
Enjoy!

domingo, 7 de agosto de 2011

So long




And though I may be all wrong for a guy,
I'm good for a laugh,
I guess it's not funny,
Life is far from sunny,
When the laugh is over
And the joke's on you,
A girl oughta have a sense of humor
That's one thing you really need for sure
When you're a funny girl...

domingo, 24 de julho de 2011

It all ended



Chorei muito muito muito com esse filme.

Fui ao cinema hoje com meu sempre querido e adorável amigo Max e não posso esconder de ninguém que fiquei desnorteada com esse fim.

Acho que os pottermaníacos ficaram, de um modo geral...

Só sei que acabou. Acabou.

;_;

sábado, 23 de julho de 2011

Bye, Amy!



RIP Amy Winehouse


(E agora tbm acabou toda a graça da piada que a nossa peça do Rob tinha, né? U_U #beingevil )

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Mercy

You know, sometimes, you just have to beg for mercy...
And that's what I'm doing right now.




I love you
But i gotta stay true
My morals got me on my knees
I'm begging please,
Stop playing games

I don't know what this is
Cos you got me good
Just like you knew you would

I don't know what you do
But you do it well,
I'm under your spell

(Chorus)
You got me
Begging you for mercy
Why won't you release me
You got me
Begging you for mercy
Why won't you release me
I said release me

Now you think that i
Will be something on the side
But you got to understand that i need a man
Who can take my hand
Yes i do

I don't know what this is
But you got me good
Just like you knew you would

I don't know what you do
But you do it well,
I'm under your spell

You got me
Begging you for mercy
Why wont you release me
You got me
Begging you for mercy
Why wont you release me
I said you'd better
Release yeah, yeah, yeah

I'm begging you for mercy
Yes, why won't you release me
I'm begging you for mercy

domingo, 10 de julho de 2011

Conde Ory (ou a ópera do ménage à trois)



Agora quem tiver coragem de algum dia me dizer que ópera é algo pra gente quadrada, eu mostro esse vídeo.

Ou vai me dizer que gente quadrada fica vendo isso numa ópera e tuuudo bem?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

E daí?



Eu realmente não gosto de sertanejo, mas tenho que confessar que adoro essa música.
Um Paradoxo, realmente...



Que eu me lembre, eu não sou de ninguém...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A morte em contracapa

A morte em contracapa
Eduarda Freitas

16 de junho de 2011 às 14:51h

Eu estava a almoçar quando li na televisão que tinhas morrido. (Posso tratar-te por tu, não posso?). Dizia “notícia de última hora”. Eu já trabalhei na televisão. Sei que as notícias de última hora geralmente são da hora de trás. Que é a última. Ou de antes dessa hora. São da hora que der mais jeito para deixar o espectador chocado. (Hoje passou à minha frente um carro com uma frase escrita na mala: desliga a televisão, liga o cérebro).

Logo que soube da tua morte, percebi a eternidade. Lembrei-me de imediato do velho autocarro em Cuba com o calor a fazer derreter os assentos e o rapaz colombiano com o livro Ensaio sobre a Lucidez na mão. E do meu sorriso a querer chegar ao pé dele, ao pé de ti, e dizer-lhe: eu conheço-o! Eu conheço-te! De livros. De pátria. De ideias. De músicas. De letras.

No dia do teu funeral fiquei em casa.

Ouvi Bach para te homenagear. Limpei as memórias, rasguei o que estava a mais.

Nesse dia, a minha avó ainda estava viva.

(Ias gostar tanto de ter conhecido a minha avó).

Ela nunca te leu, porque eu acho que a minha avó nunca leu um livro.

Ela foi dois dias à escola e aprendeu a escrever sozinha. Escrevia “cenoiras”, exatamente como dizia.

A minha avó tinha os olhos azuis. E a tua?

Gosto sempre de ouvir, de ler, o discurso de quando ganhaste o prémio Nobel. Os teus avós estavam na primeira fila das tuas memórias e dos teus agradecimentos.

A minha avó está nos meus dedos.

Sabes, acho que os avós são eternos, como são eternos os livros, os poemas, as músicas e os sorrisos. E se são eternos, são divinos.

No dia do funeral da minha avó, uma amiga enviou-me a carta que tu escreveste à tua avó Josefa. (A minha avó é Maria).

Li-a como quem abraça.

Li-a à minha mãe, como quem partilha um segredo.

Foi de intimidade que se fez o momento.

Faz um ano que foste embora, seguiste viagem, mas eu vejo-te todos os dias nas letras que inventaste e que mais não são do que o espelho dos nossos dias. Os dias de um Portugal ( de um mundo…?) à deriva. De uma cegueira estonteante à procura não sabemos bem de quê. De uma perdição individual que se multiplica, que se cola aos ossos.

E o que queremos?

E o que quero?

Tenho tantas saudades da minha avó.

Li-te no Ano da Morte de Ricardo Reis em três dias de Páscoa.

Na Páscoa do ano passado a minha avó entrou em casa vinda do hospital, enquanto as bisnetas, as minhas primas pequeninas, lhe batiam palmas. E ela levantou ligeiramente a cabeça da maca, e agradeceu, como um artista em palco que engole as lágrimas.

Avó, tenho tantas saudades tuas.

Avó, ainda te lembras de mim?

Porque morrem os avós?

Porque morreste tu, que escrevias a verdade?

Queria mais livros teus. Preciso de mais palavras tuas.

Preciso das tuas dúvidas e das certezas da minha avó. Da certeza que as minhas mãos são iguais às dela. Que o desenho dos nossos dedos e das nossas unhas foi feito a lápis de cera.

Um ano. E escreveste que demoramos nove meses a morrer.

Não queria que tivesses morrido, avó. O teu jardim está tão bonito…

Uma vez perguntaste-me que se ainda estarias viva quando a nossa gata fosse velhinha. Eu disse-te que sim, claro, que sim. Tu disseste-me que não, claro que não, porque não se pode viver para sempre.

Mas pode, não pode?

Pode, não pode?

Queria tanto fundir a morte com a vida e sentir que as duas coisas são uma só, capa e contracapa.

Mas não consigo.



Ah pai, como eu sinto a tua falta também.
E avó, porque não tens mais as palavras que tinhas há tão pouco tempo atrás para nós? Também sinto a tua falta.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Coisas de Tumblr


"Everything, except boredom, bores me,
I'd like, without being calm, to calm down,
To take life everyday
Like a medicine -
One of those medicines everybody takes.

I aspired so much, dreamed so much,
That so much made me into nothing.
My hands grew cold
From just waiting for the enchantment
Of the love that would warm them up at last.

Cold, empty
Hands."


Source: http://pausol.tumblr.com

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Freddie Mercury?




Aí é isso, eu vou lá no google, digito Freddie Mercury e aparece essa imagem....

Interessante, não?