terça-feira, 28 de abril de 2009

O paradoxo do amor platônico



Ele é mais que qualquer um.
É quem eu amo de forma pura e que não deveria, ainda assim, amar.
Me faz suspirar sem que eu possa, sem que eu deva.
Eu o vejo e o tempo para.
Minha vida para para que ele passe.
E embora seja assim vou deixar de amá-lo.
Ele não vai me amar de volta.
E o que é pior, eu não quero que isso aconteça.
Ou o feitiço irá se quebrar.
No fim, ele só sobrará apenas no porta-retrato.
Fecho meus olhos agora, e pela última vez vou suspirar por ele.
No entanto, sua fotografia em meu porta-retrato continuará em minha estante
Para que me lembre do quanto já fui capaz de amar alguém como amei ele.

Um comentário:

fernanda disse...

Publique o flyer da peça, sim, pelamordedeus!!! rs


Bejos